Santos, cheguei!

Após viajar com a senhorinha Lourdes Chatterbox do meu lado, falando de suas viagens pelo mundo e rezando terços para que eu pudesse finalmente dormir (glória, oh céus!), eis que cheguei em Santos em pleno sono e despertada pelo saculejo decidido da abençoada companheira da poltrona 2.

Na sequência de fatos extraordinários, peguei um táxi que mal sabia a diferença entre direita e esquerda e achava que a casa dos meus pais ficava em frente à Casa de Saúde (NOT!).

O dia foi de saudades encolhidas na base de muitos abraços, desabafos, elogios e jogando Twister com minha filhada e amigos tão queridos que nem sei… Na proporção exata: lágrimas à tarde, risadas à noite. E presentinhos que adorei, em comemoração adiantada ao meu aniversário nesta segunda-feira.

Aliás, data sensacional que comemorarei assistindo ao teatro de Brecht, que uma das coisas que me faz PIRAR é teatro alemão.  Em 2002 Roger e eu excursionamos ao centro de Sampa pra ver “Biedermann e os incendiários”, de Max Frisch, e foi MOITO BOM! Mas MOITO BOM MESMO! Tudo o que eu já li e/ou assisti de teatro alemão até hoje me marcou demais e eu recomendo pra todos: peças de origem alemã curam até unha encravada! U-A-U!

Este post parece meio surtado, mas é só sono. Agora eu vou dormir e pensar no quanto minha vida é muito boa! Tipo assim, melhor que teatro alemão até! Com Verfremdungseffekt e tudo!


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