Feliz dia dos professores!

Dia 15 demorou pra chegar: esperado, lembrado, puxado da cartola por mentes nada desinteressadas… Só na porta da minha sala, um cartaz há duas semanas.

E veio com o pacote completo, de presentinhos, presentões, bilhetinhos e o que mais você pensar. Sabonete? Tem. Não pra dez meses, mas tem – e do bom! Creminho? Check! Anjinhos e coisas de biscuit? Sempre. Ouro? Pela primeira vez! *tossetossetosse*

Mas nada, n-a-d-a é mais valioso do que a oportunidade de conviver (e, às vezes, conseguir aprender) com os pimpolhos. Hoje mesmo ouvi essa pérola. Tipo, textualmente:

– Tia, quando meu pai acorda, ele vai direto fazer cocô. Quando ele acaba de fazer cocô, já é oito horas.

Foi uma narrativa tão, mas tão sensacional que vocês também precisavam saber, não?

Feliz dia dos professores pra mim e pra todo mundo que ouve histórias assim diariamente!

Então… Amanhã é dia de assistir outro stand-up comedy. O primeiro foi há um mês (o baixinho, mas competente, Oscar Filho). Amanhã é a vez do Marco Luque aqui em Ribeirão. Claramente, a hora e a vez da turma do CQC encher a guaiaca de dinheiro…

Mas vou te dizer que vale cada centavo. É uma coisa meio MacGyver. Carinha sobe no palco, sem acessório, sem nada, de cara limpa, quase nu. Fala com uma luz em cima dele por uma hora sem parar. Tipo sem parar mesmo. Às vezes nem toma água, pra não perder o fio da meada. O banquinho tá lá pro cara não se sentir tão sozinho no palco, sei lá…

Só sei que depois que ele pega no microfone, as pessoas ficam meio estranhas e dão risada de q-u-a-l-q-u-e-r coisa pelos primeiros 3, 4 minutos. Qualquer coisa mesmo:

– Boa noite, gente!

HUAHAUHAUHUAAHUAHUA

Acho que é uma questão de mind set. Depois passa e a risada começa a vir na hora certa.

– ‘Brigado, gente!

HUAHAUHAUHUAAHUAHUA

Ok, brincadeira.

Mas o fato é que, de comédia em comédia, dentro e fora dos palcos, está passando quente e rápido esse 2009.