febre vampiresca
Meu primeiro contato com a dita foi por meio da minha sis, fã incondicional e militante do “Team Jacob”. Depois fui vendo um filme, vendo mais outra vez… O ápice veio semana passada, quando fomos ver em pleno sábado à noite, com ingressos comprados com antecedência, tipo assim uma coisa inédita na minha vida, a continuação da saga Twilight: Lua Nova.
Lua Nova não apresenta n.a.d.a de novo. Tipo um Melrose Place onde a Amanda fosse a Victoria e um monte de gente quer se pegar, tenta se pegar, se pega – ou pelo menos tira uma casquinha básica.
Dito isso, e contraditório que possa parecer, eu gostei e me diverti. A sis até me emprestou o livro 3, sem que eu sequer tenha lido uma linha dos outros. Mas o melhor, o MELHOR MESMO do filme todo, foi o comentário do nosso vizinho de poltrona, que lá pelas tantas, quando já tinha acontecido um bom load de desgraça no filme, disse cheio de fé:
– Vai, filha, força que você consegue chorar…
Todos começamos a gargalhar: não, ela não conseguiu. Foi só mais uma sequência de tremeliques e a séria impressão de que a atriz está o filme todo engasgando, com alguma coisa presa na garganta, sei lá…
E como concluiriam meus aluninhos: Pronto, esse foi meu post sobre vampiros.
- Posted in not a single tear
- 27/11/2009
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