A vida em dois clicks

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Essa é a cor do esmalte da semana. DESBUNDE TOTAL!

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Essa é a decoração MARA da minha mesa de jantar no Viena!

back in town

Ai ai ai – que ausência longa a minha! Mas estou de volta, de chinelo e quase quase de férias!

Nesse meio tempo deu pra uma lagarta safada comer um monte das lindas folhas da minha querida Begônia Rex. Deu tempo também de muita água rolar embaixo da minha ponte profissional e eu fechei o ano com perspectiva de trabalhar menos, ter 300 alunos a menos e ainda continuar bem na fita!

Que mais? A Laura me disse que “é muito bom ser criança” esses dias, enquanto pintava um desenho de natal que, aparentemente, rocked mesmo, porque ela estava feliz às pampas! Feliz também o meu co-worker aqui atrás que acabou de ver o nome do filho na lista de aprovados da FUVEST! E lá se vão 12 anos que vi meu nome! OMG OMG estou ficando velha e pobre pra comprar os cremes anti aging de $100 pila receitados pela minha derma.

Ufa! Os presentes de fim de ano estão comprados, o queixo já caiu com a enorme fila de pessoinhas trocando seus $400 em compras no shopping por panetones que vêm em latas e que não falem pegar aquela fila , é claro… E o tempo passa e a gente vai rindo e chorando e suando e aprendendo bolero e tcha tcha tcha só pra contrariar o ditado que diz que não dá tempo de mais nada.

Só dá. Dá é pra ser feliz!

febre vampiresca

Meu primeiro contato com a dita foi por meio da minha sis, fã incondicional e militante do “Team Jacob”. Depois fui vendo um filme, vendo mais outra vez… O ápice veio semana passada, quando fomos ver em pleno sábado à noite, com ingressos comprados com antecedência, tipo assim uma coisa inédita na minha vida, a continuação da saga Twilight: Lua Nova.

Lua Nova não apresenta n.a.d.a de novo. Tipo um Melrose Place onde a Amanda fosse a Victoria e um monte de gente quer se pegar, tenta se pegar, se pega – ou pelo menos tira uma casquinha básica.

Dito isso, e contraditório que possa parecer, eu gostei e me diverti. A sis até me emprestou o livro 3, sem que eu sequer tenha lido uma linha dos outros. Mas o melhor, o MELHOR MESMO do filme todo, foi o comentário do nosso vizinho de poltrona, que lá pelas tantas, quando já tinha acontecido um bom load de desgraça no filme, disse cheio de fé:

– Vai, filha, força que você consegue chorar…

Todos começamos a gargalhar: não, ela não conseguiu. Foi só mais uma sequência de tremeliques e a séria impressão de que a atriz está o filme todo engasgando, com alguma coisa presa na garganta, sei lá…

E como concluiriam meus aluninhos: Pronto, esse foi meu post sobre vampiros.

Drops of Jupiter

Eu estou meio “she listens like spring and she talks like June”, minha gente.

Deve ser a insanidade desse calor. Foi uma semana de piscina e bolero e roupa lavada e aulas não planejadas e trocadas:

- A dor de garganta cedeu, aqui quem manda sou eu!!!

Os passarinhos lá na escola também tiveram os seus dias de estranheza essa semana. Explico. Tiraram, pela raiz e tudo, e de uma vez, a primavera fofa que aparece no fundo da foto. Acho que estava atrapalhando alguma coisa, mas certamente quem ficou mais atrapalhado foram os passarinhos, rodando e piando e achando bem esquisito o sumiço da árvore. Tipo aquele filme da Jodie Foster…

 

primavera

 

“minha filha estava aqui!”

“cadê minha filha?”

“que avião maldito eu fui projetar!”

“até que no Quarto do Pânico não estava tão ruim assim!!!”

 

HAHAHAHA

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Isso não é a coisa mais engraçada? Tem mais um monte aqui.

Maior legal zoar a maior gafe!

so you think you can live…

Aparentemente, sim.

Eu resolvi mexer nuns formigueiros. Horários novos, rotinas retraçadas, muita coisa fora de lugar, que o lugar novo ainda não é sabido.

Uma coisa é sabida, entretanto: as aulas de ball dance valem muito a pena. Fizemos uma só e foram os 90 minutos mais divertidos, rápidos e suados EVER! A-mei!

Aguardem um show nas festas do fim do ano! *coughcoughmegagargalhadacoughcough*

20 e tantos botões na varanda!

Tô de passagem rápida. Tudo legal? Espero que sim.

Hoje o Gabriel me disse que a aula estava legal. Sinal de que minhas tentativas de manter algum humor e sanidade tem funcionado um pouco, uh? Décimo-primeiro mandamento: “Não enlouquecerás nas aulas do quarto ano!”

De resto, cortei o cabelo num cabeleireiro-cabide-de-emprego, tosou meus cachos sem conhecer o meu cabelo seco, uma coisa estranha. Estranhamente parece ter dado certo. Prometo fotos em breve: do cabelo e das torênias que se abriram em flor loucamente outra vez. Sinal de que água pela manhã funciona muito, muito melhor pras plantas aqui de casa.

Sinal também de que acordar cedo nunca é cedo suficiente pra todos rituais matinais. Café, plantas, cremes e protetor solar: missão im-pos-sí-vel!!!

Vou agora que ainda quero pintar as unhas hoje…Vê se pode!

E falta fazer esse curso online aqui, se é que ele presta…

Té a volta, dê notícias!

a terapia que dá certo

Há aproximadamente dois meses eu participei de uma atividade em que todos foram convidados a plantar uma semente. Cuidar dela, como se deve cuidar e cultivar um relacionamento.

Eu resolvi plantar uma semente de ipê. Passei um tempão na expectativa, sonhando se seria amarelo ou roxo ou branco – mas torcendo mesmo pra que fosse rosa, como uma bailarina!

Eis que a semente brotou e foi crescendo. Daí eu replantei num vasão, depois eu voltei pra um vasinho, por recomendação do meu pai. A danada mostrou suas folhas serrilhadas, enquanto eu fazia mil conjecturas de onde iria transplantar um árvore de tamanhas proporções etc e tal.

“Dani, dá tempo da gente comprar uma casa com jardim e plantar o ipê lá?”

“Karina, topa fazer um bonsai do seu ipê junto comigo?”

“Você deve fazer um exercício de fidelidade com essa planta”.

Na verdade, não. Na verdade fidelidade faz parte da minha constituição, o que me falta é aquele famoso hold your horses. Viver um dia de cada vez, cuidar do que está diante de mim sem me perder em como vai ser isso daqui a três meses, OMG OMG OMG.

Então lá estou eu na terapia que eu mesma criei para esse problema que eu mesma diagnostiquei. E tenho sofrido deveras com essas chuvas e tempestades constantes em Ribeirão: como proteger as plantas o tempo inteiro? como fazer pros vasos não cairem com a ventania? pras plantas não desidratarem no vendaval? não morrerem afogadas?

“As plantas são da natureza, Ká. Elas vão se entender com as tempestades, que também são da natureza”

Ontem à meia noite e meia, tentando salvar algumas plantas do aguaceiro, vi que meu ipê (mirim, de jardim, conforme soube) simplesmente moirreu!

Moirreu assim, do nada. Sem memorando. Então eu umedeci a terra e resguardei a planta. Voltando do trabalho hoje, pude confirmar: time of death - 12.30 am!

E a terapia foi bem mais curta do que eu esperava (cuidar da árvore pra sempre x cuidar do vaso 2 meses), mas igualmente eficiente. Eu não fiquei aborrecida. A natureza seguiu seu rumo. Eu cuidei da parte que me cabia um dia de cada vez – e soube quando parar. E o melhor vem agora: eu sei que as ruas por onde eu passo vivem forradas dessas sementes pelo chão, esperando o momento que eu quiser novamente acolher uma dessas aqui em casa e começar de novo. E está tudo certo.

Mas da próxima vez, ainda que isso dê a maior confusão, eu bem que queria que fosse um ipê rosa. Se queria!!!

Post x3

Ai quanta coisa pra dizer!!! Deve ser a ausência do Daniel por dias nessa casa, sei lá…

Se há um sistema nervoso, meu aluno disse que também tem o sistema calmo. Um aluno ótimo, que um dia merece um post personalizado. Mas voltando… Eu concluí, lógico, que estou com leve disfunção no meu sistema calmo, precisando urgentemente fazer com que meu sistema calmo seja “autônomo” como o outro! HAHA

Sim, pessoas do imenso universo leitor que me lê! Hoje teve missa-celebração na escola. Não ‘guentei ficar nem por 30 minutos. “Moço, baixa o som! Moço, nem rola colocar a mão no coração e pedir perdão. Moço, nem rola ficar abanando a mão pro céu.” Detalhe: moço = padre.

Ok. Quando baixou a ironia de vez, e eu já tinha sido vista por vários, inclusive pelas minhas coordenadorasss, peguei o rumo da escuridão e voltei pra casa. Voltei, mas não voltei só. Ficamos aqui eu e minha decisão de que meus filhos não estudarão lá, por mais florida e ampla e linda seja a escola. Educação moral, sim. Lavagem cerebral, não.

Falar em lavagem, hoje soube do divórcio de dois casais que trabalham comigo. Um deles me deixou triste. O outro estava lá na missa-celebration. Um mais abatido que o outro. Pior são as fotos espalhadas pela cidade, casal-propaganda de várias marcas…

Acho que agora chega. Eu tenho um causo excelente formidável pra contar, mas acho que já chega de informação. Exceto por essa: tem link novo aqui.

Feliz dia dos professores!

Dia 15 demorou pra chegar: esperado, lembrado, puxado da cartola por mentes nada desinteressadas… Só na porta da minha sala, um cartaz há duas semanas.

E veio com o pacote completo, de presentinhos, presentões, bilhetinhos e o que mais você pensar. Sabonete? Tem. Não pra dez meses, mas tem – e do bom! Creminho? Check! Anjinhos e coisas de biscuit? Sempre. Ouro? Pela primeira vez! *tossetossetosse*

Mas nada, n-a-d-a é mais valioso do que a oportunidade de conviver (e, às vezes, conseguir aprender) com os pimpolhos. Hoje mesmo ouvi essa pérola. Tipo, textualmente:

– Tia, quando meu pai acorda, ele vai direto fazer cocô. Quando ele acaba de fazer cocô, já é oito horas.

Foi uma narrativa tão, mas tão sensacional que vocês também precisavam saber, não?

Feliz dia dos professores pra mim e pra todo mundo que ouve histórias assim diariamente!

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